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Tifton 85: uma opção de forrageira para regiões tropicais

Tifton 85

Com a evolução tecnológica, novas opções de forragem vêm sendo descobertas através de estudos a partir de cruzamento de espécies e da alteração genética. Apesar do preconceito ainda em torno dessas novas tecnologias, essas inovações vêm ganhando espaço.

Uma dessas descobertas é a Tifton 85, que vem se mostrando uma forragem de boa adesão entre os pecuaristas. Com um crescimento homogêneo e altamente nutritivo, pode ser utilizada em todas as fases de crescimento da produção.

Mas, apenas saber disso não basta. Por isso, vamos te apresentar algumas outras informações e como você pode tirar o máximo de proveito dessa forragem.

Curiosidades sobre o Tifton 85

Sua origem tem como ponto de partida a Universidade da Geórgia, que fez diversos estudos a fim de chegar ao produto que contemplasse as qualidades que beneficiaram um desenvolvimento completo da planta.

Tais características são a facilidade de adaptação em climas tropicais e subtropicais, aliados a grande concentração de nutrientes na sua folha.

Além disso, o Tifton 85 é proveniente do cruzamento entre as espécies Tifton-68 e uma Cynodon Dactylon, ambas famosas por sua adaptabilidade e nutritividade, tendo em vista, principalmente, a sua origem na região africana.

Essa mistura proporcionou um tipo de forragem que gera em torno de 11% a mais de matéria seca do que seus descendentes, além de proporcionar uma considerável melhora digestiva aos animais, fazendo com que seus nutrientes sejam aproveitados ao máximo.

Além da capacidade nutritiva e ambientação em climas de maior escassez de água, o que impressiona no Tifton 85 é a sua robustez. São folículos mais fortes, com folhas largas e na cor verde-escuro. Outra característica que chama atenção é a sua facilidade de aderência ao solo e cobertura.

Cuidados que devemos ter com o Tifton 85

O primeiro passo para você garantir o crescimento dessa forragem é o estudo de solo. Principalmente, abaixo da camada arável. Isso irá garantir um bom funcionamento radicular da gramínea, favorecendo o enraizamento e a chegada de nutrientes.

Para isso, podemos contar com a utilização de calagem, que vai fazer o equilíbrio do Ph do solo e a redução dos níveis de alumínio. Com isso, o enraizamento se torna mais forte e há uma passagem mais favorável da água até as raízes da gramínea.

Falando em água, não poderíamos nos esquecer de um fator muito mais importante: a irrigação. Apesar de ser uma planta com alta taxa de adaptabilidade a escassez hídrica, a mesma exige níveis apropriados de água durante seu crescimento.

Assim, apostar em um sistema de irrigação é fator primordial, ainda mais que estamos falando de uma forragem que tem taxa de ocupação considerável, precisando de uma distribuição hídrica mais vasta.

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